For The Workforce, Drowning

Falling from the top floor your lungs
Fill like parachutes
Windows go rushing by
People inside
Dressed for the funeral in black and white
These ties strangle our necks, hanging in the closet
Found in the cubicle
Without a name, just numbers
On the resume stored in the mainframe, marked for delete

Please take these hands
Throw them in the river
Wash away the things they never held
Please take these hands
Throw me in the river
Dont let me drown before the workday ends

9 to 5! 9 to 5!

And we're up to our necks
Drowning in the seconds
Ingesting the morning commute
Lost in a dead subway sleep
We will not lie awake in our parents beds
Tossing and turning
Tomorrow we'll get up
Drive to work
Single file
With everyday
It's like the last
Waiting for the life to start
Is it always just always ahead of the curve?

Please take these hands
Throw them in the river
Wash away the things they never held
Please take these hands
Throw me in the river
Dont let me drown before the workday ends

Just keep making copies
Of copies
Of copies
When will it end?

It'll never end
'Til it gets so bad
That the ink fills in our fingerprints
And the silouhette of your own face becomes the black cloud of
War
And even in our dreams we're so afraid the way we'll offset who
We are
All those breaths that you took have now been canceled in your
Lungs
Last night my teeth fell out like I want
My teeth fell out like ivory typewriter keys
And all the monuments and skyscrapers burned down and filled the
Sea

And save!

Save our ship
The anchor is part of the desk
We can't cut free
The water is flooding the decks
The memo said through colors
Computers spark like flares
I can see them
They don't touch me
Touch me

Please someone
Teach me how to swim
Please, don't let me drown
Please, don't let me drown

Para a Força de Trabalho, Afogando-se

Caindo do andar de cima de seus pulmões
Enche como paraquedas
Janelas vão correndo por
As pessoas dentro
Vestidas para o funeral em preto e branco
Essas gravatas estrangulam nossos pescoços, penduradas no armário
Encontradas no cubículo
Sem um nome, apenas números
No resumo armazenado na estrutura principal, marcado para a exclusão

Por favor, pegue essas mãos
Jogue-as no rio
Leve as coisas que eles nunca seguraram
Por favor, pegue essas mãos
Jogue-as no rio
Não me deixe afogar antes do dia de trabalho terminar

9 às 17! 9 às 17!

E nós estamos até nossos pescoços
Afogados nos segundos
Ingerindo o trajeto matinal
Perdido em um sono de metrô morto
Nós não iremos ficar acordados na cama de nossos pais
Jogando e virando
Amanhã nós iremos levantar
Dirigir para o trabalho
Fila única
Como todo dia
Isso é como o último
Esperando para a vida começar
É sempre, sempre, sempre à frente da curva?

Por favor, pegue essas mãos
Jogue-as no rio
Leve as coisas que eles nunca seguraram
Por favor, pegue essas mãos
Jogue-as no rio
Não me deixe afogar antes do dia de trabalho terminar

Apenas continue fazendo cópias
De cópias
De cópias
Quando terminará?

Nunca terminará
Até isso ficar tão ruim
Que a tinta preenche nossas impressões digitais
E a silhueta de nosso próprio rosto torne-se a nuvem negra de
Guerra
E mesmo em nossos sonhos, nós receamos o caminho que iremos compensar quem
Somos
Todas aquelas respirações que você tirou estão sendo canceladas nos seus
Pulmões
Na noite passada, meus dentes caíram como eu queria
Meus dentes caíram como telas de máquina de escrever de marfim
E todos os monumentos e arranha-céus queimaram e encheram o
Mar

E salve!

Salve nosso barco
A âncora é parte da mesa
Nós não podemos ser livres
A água está inundando os baralhos
O memorando disse através de cores
Computadores faíscam como chamas
Eu posso vê-los
Eles não me tocam
Tocam-me

Por favor, alguém
Ensine-me a nadar
Por favor, não me deixe afogar
Por favor, não me deixe afogar

Composição: Geoff Rickly / Thursday